virou ao avesso e dobrou a curva da incubação.
fugiu à boa esperança.
pululou no rosto de medo dos índios. não homens?
não vírus. de morte morrida:
aos jovens. de morte matada:
aos velhos, aos fetos e às bestas.
vírus dos tempos de pestes, pragas e guerras.
resistiu. mutou. evoluiu. aculturou. globalizou.
morreu nos cadáveres e transpirou aos céus.
ao ar. e choveu na terceira vida.
em nós, vírus com muitos homens dentro.
espirraremos nas caras.
ejacularemos nos peitos.
disseminaremos o mal.
cuspiremos seu nome.
texto escrito por mim, Marcos Siqueira.
NOTRE
-
Por que choramos quando um prédio se vai? Talvez porque ali havia
história, arte, cultura. Coisas que fazem parte de nós mesmo que não
admitamos. Que mexe...
1 comment:
É na internet que se conhece os amigos (?). Muita coisa nova para mim...
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